Luz

19/09/2013 15:43

 

 

Leitura Bíblica: Salmo 18: 20-30

    O salmo 18 é um cântico de gratidão a Deus e de vitória. Nele Davi mostra que confiou em Deus e Ele o livrou de seus inimigos. Do texto: "Tu, Senhor, manténs acesa a minha lâmpada; o meu Deus transforma em luz as minhas trevas" (Sl 18-28), quero enfatizar a segunda parte: Deus transforma as trevas em luz.

    A regra na natureza é que as trevas desaparecem quando a luz chega. A noite vai embora quando o sol começa a nascer. Quando se acende uma luz em qualquer lugar, as trevas se dissipam. Luz e trevas não andam juntas.

    Jesus é a Luz do mundo. Com sua morte na cruz, quem nele crer é liberto do poder das trevas e passa a viver na luz. Ele se manifestou para acabar com as trevas que Satanás impôs à humanidade. Jesus retira as pessoas da escuridão, transformando suas trevas em luz. Para isso, é preciso crer nele, arrepender-se de seus erros e deixar de praticar o que desagrada a Deus. Depois, a pessoa tem de entregar a sua vida a Jesus, confiar nele e seguir a sua Palavra.

    Quais seriam algumas trevas que Jesus transforma em luz na vida das pessoas? Primeiramente nossa desobediência, que, aliás, separa as pessoas de Deus, nossa reaproximação se dá por meio de Jesus Cristo. Ele transforma também as incertezas da vida, a insegurança, o desânimo, a falta de perspectiva para o futuro, a depressão, a vida nos vícios, a vingança, a falta de perdão. Estas e muitas outras são trevas que dominam a vida das pessoas e que parecem não ter solução.

Mas há!  Confie em Deus.

Deixe-o transformar as suas trevas em luz. Não viva mais na escuridão!

Deus já fez o necessário para trazer você para perto, então só falta você dar um passo na direção Dele e começar a desfrutar esta transformação de vida. Esta decisão cabe exclusivamente a você.

Por experiência própria eu lhe afirmo que ela vale a pena. Porque permanecer nas trevas, se podemos ter uma vida iluminada pelo Senhor?

 

Tropeçar no escuro é um perigo! Jesus nos faz enxergar com clareza.

 

Texto extraído do livro "O pão diário" nº 15